ARTE DAS LETRAS

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

POESIA - QUANDO SETEMBRO ENTRAR


SETEMBRO

Quando setembro entrar
nosso coração estará  de aberto
para a estação das flores,
dos ninhos,
do pólen no ar,
dos aromas 
dos amores
das  gentes  coloridas e felizes!
Setembro tempo de renascimento,
tempo de renovar!
Amanhã  já é setembro!

by Didi Leite

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PÁGINAS SOLTAS - BOA NOITE ABENÇOADO


by Didi Leite

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PENSAMENTOS - AINDA DE ORGULHO


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PENSAMENTOS - De orgulho - Paulo Coelho


by Didi Leite

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ESPAÇO MPB - EMBARCAÇÃO - Simone

                     

Música: EMBARCAÇÃO
Autores: Chico Buarque e Francis Hime
Gravação: Simone

Letra:
Sim, foi que nem um temporal
Foi um vaso de cristal
Que partiu dentro de mim
Ou quem sabe os ventos
Pondo fogo numa embarcação
Os quatro elementos
Num momento de paixão

Deus, eu pensei que fosse Deus
E que os mares fossem meus
Como pensam os ingleses
Mel, eu pensei que fosse mel
E bebi da vida
Como bebe um marinheiro de partida, mel
Meu, eu julguei que fosse meu
O calor do corpo teu
Que incendeia meu corpo há meses
Ar, como eu precisava amar
E antes mesmo do galo cantar
Eu te neguei três vezes
Cais, ficou tão pequeno o cais
Te perdi de vista para nunca mais

Mais, mais que a vida em minha mão
Mais que jura de cristão
Mais que a pedra desse cais
Eu te dei certeza
Da certeza do meu coração
Mas a natureza vira a mesa da razão

CONTOS QUE TE CONTO - BERÊ NÃO VEM MAIS? = 3a. Parte


CONTO 
                                     BERÊ NÃO VEM MAIS?

                                                  3a. Parte

                                                 .... continuação

Assim, Ernestina foi dando algumas mudas tiradas com cuidado, de cada plantinha. Disse à moça que fosse plantando aquelas, e, depois, voltasse que daria outras mais.
Depois de ter acabado sua plantação, Berê ficou olhando tudo satisfeita e pensando: - Amanhã, elas vão começar a ficar bonitas.  Vou fazer um jardim aqui na frente e a hortinha lá nos fundos.
Quando Jandira chegou, Berê tratou de contar sobre seus feitos à madrinha. As duas saíram pelo quintal e Berê mostrou a pequena horta que iniciara, o que a madrinha aprovou dizendo: - Que bom! Dando verdura, isso já será uma economia.
O fim de semana chegou e, junto com ele, chegaram os dois filhos de Jandira, Nelson que trabalhava em Volta Redonda e só vinha finais de semana para casa, e Gracinda que trabalhava numa casa de família e só tinha folga, também, nos finais de semana. Todos se conheceram e se harmonizaram.
Agora, Berê já estava mais ambientada, lavava a roupa da casa, passava e guardava, cozinhava e até fazia doce. Gostava de por água  e  pedacinhos de frutas para os pássaros que voavam por ali.
 Um dia, Jandira chegou com a notícia de que arrumara um trabalho para Berenice.
Era terça feira, as duas acordaram cedo, pois  era o dia de Berenice se apresentar no  trabalho. A madrinha ia levá-la à casa da nova patroa. A moça ia trabalhar na casa de uma família, onde havia um menino que ia fazer um ano, era, justamente, dele que Berê ia cuidar.  A casa já tinha empregada fixa, a patroa trabalhava e precisava de alguém que ficasse cuidando do filho. O menino chamava-se Bruno,  Bruninho, como a mãe o chamava. As duas chegaram à casa de dona Jaqueline, a patroa, e esperaram por esta sentadas na copa. Berenice estava um pouco temerosa. Logo, Jaqueline entrou na copa, cumprimentou as duas e quis saber sobre Berenice. Jandira explicou tudo sobre a afilhada. A patroa quis saber qual a experiência dela com criança, e a madrinha,. mais do que depressa, respondeu que ela tomou conta dos irmãos, dos sobrinhos e de uma criancinha lá onde moravam. Tudo, obviamente, mentira, mas ela queria a vaga para a afilhada. Jaqueline explicou qual era a responsabilidade dela: apenas tomar conta de Bruninho.  Ela dormiria no serviço, com folga todo fim de semana. Pagaria, inicialmente, seiscentos reais. Depois, se ela se saísse bem, pagaria um salário mínimo, mas não pagaria as passagens de ida e volta da moça nos fins de semana. Ela faria todas as refeições na casa, claro, depois de dar de comer ao menino. Ela não podia sair com o menino à rua. Poderia levá-lo para apanhar sol no ¨play¨, só isso. Nada de piscina. Aliás, não queria ninguém perto da piscina, lugar perigoso. Também, não queria conversas e intimidades com outros serviçais do prédio. Jaqueline, a princípio, gostou de Berenice e contratou-a. Disse que viesse no dia seguinte, não precisava trazer muita roupa, pois ela usaria uniforme. Ela mesma sairia com a moça no bairro, Leblon,  para comprar o uniforme. Nesse momento, ouviu-se um choro de criança, era o garoto. O pai entrou na copa com o filho no colo, deu bom dia, e entregou a criança à mãe dizendo:
- Acordou assustado. Deve estar com fome. Segura ele, tenho que ir para o trabalho, já estou atrasado.
A mãe, pegou o filho no colo e fez um breve comentário:
- Lá vem o chorão. Tudo chora, só sabe chorar.

                                                    continua.....

by Didi Leite

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POESIA - SONHOS SONHADOS

   apanhador  de sonhos


SONHOS SONHADOS

Se um dia se vai
outro logo vem.
Se um mês acaba,
emenda  num novo  que vem
Se um sonho acaba,
dorme e sonha,
sonha um novo sonho também .
Tudo pode ser continuado,

meu bem!

by Didi Leite
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PENSAMENTOS - DE ILUSÃO CONSENTIDA


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PENSAMENTOS - REFORMULAR A CADA DIA


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PÁGINAS SOLTAS - BOM DIA ESPECIAL PARA ALAGOAS


by Didi Leite

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PÁGINAS SOLTAS - BOM DIA COM NOVOS PLANOS E ESPERANÇAS


by Didi Leite

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sábado, 29 de agosto de 2015

POESIA ALHEIA - DE MAR E VENTO - GUIMARÃES ROSA

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PÁGINAS SOLTAS - BOA NOITE DE REPOUSO E PAZ


by Didi Leite

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POESIA - MINHA AVOZINHA QUERIDA


MINHA AVOZINHA QUERIDA

Os olhinhos eram azuis,
na tonalidade da paz celestial.
Era a tranquilidade em pessoa.
Movimentos calmos, passos lentos,
deslizava pela casa silenciosamente.
Tinha  ouvidos  surdos,
por culpa do sarampo em criança.

Tudo para ela era silêncio.
Falava baixo, gostava de conversar,
de ler, e ajudar a todos.
Não era triste,
embora não lhe faltassem motivos.
Infância pobre, casamento sofrido,
filhos separados dela pela pobreza
e desatinos do marido.

Remendava roupas, cerzia meias,
pregava botões e passava alguma roupa,
ajudava a catar feijão, arroz,
descascava batatas e lavava alguma  louça.
Tudo serviço pequeno e leve,
porque ninguém queria  sobrecarregá-la.

Lia jornais e algum livro que lhe caísse nas mãos.
Apertava os olhinhos e chegava bem perto do rosto,
pois óculos não usava, não.
Fazia um manjar de coco
como ninguém,
deliciosamente bem feito.
Com que  paciência tirava o leite do coco !

Era tão calma, tão doce
que ficar ao lado dela,
era conviver com uma pluma !
Era ter a alma resguardada de medos,
ansiedades e aflições.

Todos os netos lhe tinham um carinho imenso.
Todos os netos brincavam com seus cabelos,
desmanchando-lhe o coque.
Não zangava.  Aturava a meninada.

Devia ser muito cansada a minha avozinha,
dada a cifose que lhe entortava o corpo.
Mas era uma pessoa que tinha uma rara virtude:
nada  reclamava,  nunca !
Não se queixava de nada,
não pedia nada,
não se metia em nada,
não mexericava nunca.

Comia tudo que lhe servissem.
Comia depressa, fruto de tanta fome passada.
Seria isso ?

Quase no fim da vida ficou separada
da sua filha querida,
filha que lhe tinha adoração.
Tudo por culpa de um genro lunático.
Não reclamava.  Se calava.

No fim da vida, já muito doentinha,
corroída pela dor,
silenciava na cama encolhidinha.
De repente, se foi,
descansou para sempre.
Tenho certeza que Jesus a levou
para perto da  mãezinha Dele no céu.

Oh!  Minha avozinha Anna,
lembro tão bem de você.
Penso que você e seus filhos,
agora, estão aí no céu reunidos,
matando tantas saudades que
cada um foi sentindo, quando
você desta vida se foi para sempre.

Sua bênção vó Anna !

by Didi Leite

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CONTOS QUE TE CONTO - BERÊ NÃO VEM MAIS? - Parte 2


CONTO 

                              BERÊ NÃO VEM MAIS?

                                                            Parte 2

                                                          .... continuação

Na manhã seguinte, acordou cedo e ouviu barulho da madrinha na cozinha. Berenice pulou da cama e foi logo lavar o rosto. Chegou na cozinha e pediu a bênção à madrinha. Jandira mandou que sentasse no banquinho e tomasse café. Depois, falou para a afilhada:
- Berê, vou sair para passar umas roupas na casa de uma família. Vou aproveitar e ver se arranjo um trabalho para você. Uma patroa minha ficou de confirmar um trabalho, na casa de um casal recém casado. Os dois trabalham fora e estão precisando de uma empregada para o serviço. Vou ver isso hoje. Olhe, não precisa ter medo de ficar aqui sozinha. Aqui é tudo calmo. Aí do lado, mora dona Ernestina, senhora que quase nunca sai de casa. Família grande e todos saem para trabalhar. Já falei com ela que você vinha para cá, e qualquer coisa de que precisar, pode chamar por ela. Antes de ir embora, vou levar você lá para se conhecerem. Comida? Tem feijão, arroz e um pouco de frango ensopado. Tem legumes,  verdura e ovos na geladeira. Se quiser fazer alguma coisa para comer, pode fazer o que quiser. Não vou chegar tarde. Vou passar só camisas sociais, não tem muita roupa, não. Passe uma vassoura na casa e deixe a cozinha limpinha, não gosto de bagunça na pia.
Berenice ouvia tudo calada, só, depois, perguntou a Jandira se podia preparar o jantar para quando ela chegasse.
- Pode fazer alguma coisinha para a janta. Tem linguiça no congelador, pode fazer para o jantar. Quando eu voltar, vou trazer carne para a gente.

Jandira foi se arrumar e pegar a bolsa.  Berenice  foi lavar e arrumar a louça do café.  Ao sair, a madrinha levou Berenice na casa de dona Ernestina. Pediu que a senhora olhasse a afilhada, pois ela tinha que sair para o trabalho. Enquanto falavam, Berenice ficou olhando para o quintal da senhora, e, encantada, olhava as plantinhas, as samambaias nos vasos, os pés de rosa- mariquinha e as begônias de várias cores. Pelos canteiros, muitos pés de brilhantina, todas verdinhas de dar gosto. Imagina, havia até azáleas rosas!  Mas do que mais gostou foi da pequena horta, onde viu pé de alface, pé de couve, salsinha, cheiro verde, hortelã, uma trepadeira de bertalha e vários tomateiros, já com tomatinhos nascendo.  Que coisa boa era a terra! Plantando e tratando tudo nascia e crescia bonito. Jandira deu um puxão no braço da afilhada,  despediu-se da vizinha,  deixou a moça em casa e se foi. Berenice tratou de arrumar as camas, varreu a casa e  limpou o pó.


Era muito cedo para cuidar de comida. Então, Berenice resolveu dar uma volta pelo quintal da casa, olhou e viu que havia muita terra livre e a moça pensou: - Bem que eu podia fazer uma horta e um jardim aqui para a madrinha. Tem tanto espaço nesse terreiro! Mas preciso de mudas de plantinhas. Vou pedir à vizinha, dona Ernestina, se pode me dar umas mudinhas.
A moça chamou a vizinha, que prontamente veio atendê-la:
- O que foi, minha filha ? Está precisando de alguma coisa?
- Sabe o que é dona Ernestina? Eu queria plantar alguma coisa no quintal da madrinha, será que a senhora podia me dar umas mudinhas?
- Ah! Mas é claro que posso! O que você quer? Tem muita coisa plantada aqui, lá nos fundos tem mais plantas. Vamos lá para você ver.
As duas andaram pelo quintal, e Berê ficou encantada com o que viu. Viu pé de guaco, pé de laranja da terra, um variedade de onze horas, todas florindo, viu até alguns pés de  mandioca, encostadinhos à cerca. Viu pé de louro, em volta várias margaridas. 

                                                                continua....

by Didi Leite

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PENSAMENTOS - INVENTAR NOVOS SONHOS - LYA LUFT


by Didi Leite

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PENSAMENTOS - DE ELEGÂNCIA


by Didi Leite

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PENSAMENTOS - DE ELEGÂNCIA


by Didi Leite

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POESIA - DE PASSARINHA E PASSARADA


DE  PASSARINHA E PASSARADA

Na copa mais alta de uma paineira branca
uma passarinha fez  delicado ninho.
Trabalho de incansáveis voos.
Catar e trazer preso ao bico
toda sorte de ricos achados,
fruto da ação do outono:
folhas e palhas secas, penugens e tênues gravetos.
Enfim ninho tecido, retocado e acabado.
Ela se ajeita sobre as patinhas
e lá vem chegando os ovinhos.
Um de cada vez, azulado, quentinho.
Quieta e persistente, passa horas
aquecendo seus futuros filhotes.
Come pouco, voa nada,
 não canta  nem pia.
Chegou o dia!
Um a um,  passarim
saindo pra vida!

by Didi Leite
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PÁGINAS SOLTAS - BOM DIA ESPECIAL PARA SANTA CATARINA


by Didi Leite
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PÁGINAS SOLTAS - BOM DIA DE AMENIDADES


by Didi Leite
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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

POESIA NA MPB - MENINA DO ANEL


Música LUA E ESTRELA
Autor: Vinicius Cantuária
Gravação: Caetano Veloso

by Didi Leite

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PÁGINAS SOLTAS - BOA NOITE ABENÇOADA E DE PAZ


by Didi Leite

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CONTOS QUE TE CONTO - BERÊ NÃO VEM MAIS? - 1a.Parte


CONTO
                       
                                                       1a.Parte

BERÊ NÃO VEM MAIS?

 Berenice entrou no ônibus na rodoviária da sua cidadezinha meio temerosa, meio ansiosa e com alguma esperança. Apenas uma bolsa  tiracolo e uma mochila  com suas roupas. Sentou-se na poltrona no canto da janela, ainda olhou tudo à sua volta, viu a farmácia do seu Cristovão, o bazar, a mercearia, algumas pessoas conhecidas, que àquela hora, tão cedo,  passavam na calçada. Ninguém foi levá-la ao terminal rodoviário. Não houve despedidas. O motorista fechou a porta do ônibus  e deu a partida devagar, saindo da rodoviária.       Berenice pensou:
- Adeus, cidade de Santana da Serra!  Será que volto aqui?  Só Deus sabe.
O ônibus ganhou velocidade e logo chegou a rodovia principal.

O relógio na rodoviária Novo Rio marcava vinte e duas  horas e dez minutos. Jandira esperava a chegada do ônibus que vinha do interior de Minas, da cidadezinha de Santana da Serra. A mulher estava um tanto apreensiva, afinal, nele vinha sua afilhada Berenice. Jovem de dezenove anos, que nunca saiu da sua terra. Agora, vinha para o Rio a convite da madrinha. Vinha para trabalhar e, se possível, estudar. Jandira esperou mais uns doze a quinze  minutos,  e, finalmente,  o ônibus  entrou   na  parada    de desembarque. Os passageiros foram descendo, um a um e nada de Berenice. Até que surgiu uma mocinha magra, clara, cabelos pretos atados por uma travessa à nuca, olhos castanhos muito claros, traços bonitos do rosto. Ela, meio desconfiada, olhava espantada procurando a madrinha. As duas se avistaram, e Jandira, aliviada,  correu a abraçar a moça. Depois dos comentários sobre a viagem, mais de doze horas de estrada, foram pegar uma condução para irem para casa, mas, antes, Berenice disse à madrinha que estava louca para fazer um xixi. Esta logo levou-a ao banheiro da rodoviária, pagou um real, e Berenice pode usá-lo.

Pegaram um ônibus e foram para casa na zona oeste do Grande Rio, Paciência. Chegaram tarde em casa. Berenice estava muito cansada. A Madrinha, Jandira, mandou a moça tomar um banho, enquanto isso, veria alguma coisa para comerem. As duas fizeram um lanche de pão com margarina e café com leite. Berenice prontificou-se a lavar a louça, e, depois, foi arrumar sua roupa num lado do armário que Jandira lhe havia reservado. A moça ia dormir num  quartinho ao lado da cozinha. Tudo provisório, dizia a madrinha.

 Já deitada,a moça custou a pegar no sono, estava agitada com toda aquela mudança. Ficou pensando o que seria sua vida dali para frente. Tinha medo do amanhã, não sabia o que iria lhe  acontecer. Sabia que a madrinha ia arranjar-lhe um trabalho, e que ela tinha que estudar  um  pouco  mais,  assim  dissera-lhe  Jandira.    Rolou na cama, estranhou o colchão, não era igual ao seu, lá no sítio em Santana da Serra. Acabou dormindo.
                                    continua....

by Didi Leite

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POESIA - FALAR ESCREVENDO



FALAR ESCREVENDO
Preciso falar?
Não sei se falar,
 preciso dizer o que vai aqui dentro,
mas não há com quem
sinta vontade à vontade,
Por isso escrevo  e escrevo...

O papel é mais paciente que as pessoas.
O papel  ouve em silêncio,
e aceita o que quiser lhe dizer...
sem perguntas,
sem fugas,
sem desculpas mentirosas...

O papel guarda silencioso
por tempo sem fim
tudo que sai do mais profundo
de mim...
Por isso tenho o maior apreço por papel,
meu confidente,
minha tela de pintar  sentimentos
em palavras...

by Didi Leite

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PENSAMENTOS - IR MAIS ALÉM


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POESIA - FEITIO DO AMOR (fragmento da poesia)


FEITIO DO AMOR (fragmento da Poesia)

Quero um afeto derramado,
decidido como navegante solitário,
sonhador como contos de fadas,
grande como a imensidão do mar,
eterno como o universo infinito.

Um amor sem adeus,
e com tudo de hoje,
no amanhã esperado

de um róseo futuro.

Quero um amor....


by Didi Leite

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ESPAÇO MPB - Alceu Valença - Anunciação (com legenda)

                        

PENSAMENTOS - DE BOM HUMOR


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PÁGINAS SOLTAS - UM BOM DIA ESPECIAL PARA O MATO GROSSO DO SUL


by Didi Leite

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PÁGINAS SOLTAS - BOM DIA DE ALEGRIA E HARMONIA


by Didi Leite

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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

ESPAÇO MÚSICA SACRA - Anjos de Deus!!! - Pe. Marcelo Rossi

                

POESIA NA MPB - SINCERAMENTE - CLARA NUNES


Música: SINCERAMENTE
Autores: Adinho Ferraz, Magali Lemos E Tânia Horta Medina
Gravação: Clara Nunes


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PENSAMENTOS - BOA NOITE NO FIM DE TARDE


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PENSAMENTOS - ESCOLHAS E CONSEQUÊNCIAS


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POESIA NA MPB - MEU PAIS (fragmento) IVAN LINS


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POESIA ALHEIA - TOMARA - VINICIUS DE MORAES


TOMARA

Que a tristeza te convença
Que a saudade não compensa
E que a ausência não dá paz
E o verdadeiro amor de quem se ama
Tece a mesma antiga trama
Que não se desfaz

E a coisa mais divina
Que há no mundo
É viver cada segundo
Como nunca mais...

by Vinicius de Moraes

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POESIA - LÁGRIMAS QUE LAVAM A SAUDADE


LÁGRIMAS QUE LAVAM A SAUDADE

Chorar não resolve os problemas
nem traz de volta a paz perdida.
Mas as lágrimas lavam a alma,
regeneram um coração ferido,
jogam fora as mágoas,
amenizam uma saudade.
Abrem os olhos, molhados sim,  para a vida.
Vida que segue,
vida que chama,
vida que ganhamos  e
 não podemos devolver,
mas sempre viver, viver e viver.

by Didi Leite

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PENSAMENTOS - SER FELIZ SOZINHO


by Didi Leite

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MÚSICA SEM FRONTEIRA - Shania Twain - Man! I Feel Like A Woman

             
Música: MAN! I FEEL LIKE A WOMAN
Autora: Shania Twain e Lange
Gravação: Shania Twain


Vamos garotas!
Eu vou sair esta noite - estou me sentindo bem
Vou deixar tudo de lado

Quero fazer um pouco de barulho- Realmente levantar minha voz

sim, eu quero gritar e berrar


Sem inibições - não faço condições

Sair um pouco da linha

Eu não vou agir politicamente correta

Só quero me divertir um pouco


A melhor coisa sobre ser uma mulher

É a prerrogativa de ter um pouco de diversão e


Oh, oh, oh, ficar totalmente maluca - esquecer que sou uma dama

Camisas masculinas - mini-saias

Oh, oh, oh, realmente ir à loucura - Sim, fazendo isso com estilo

Oh, oh, oh, Entrar na ação - sentir a atração

Colorir meu cabelo - fazer o que eu quiser

Oh, oh, oh, eu quero ser livre - sim, para me sentir como eu me sinto

Cara! Eu me sinto como uma mulher!


As garotas precisam de um tempo- esta noite vamos ter

a oportunidade de sair na cidade

Nós não precisamos de romance - nós só queremos dançar

Nós vamos deixar nosso cabelo pendurado para baixo


A melhor coisa sobre ser uma mulher

É a prerrogativa de ter um pouco de diversão e


Oh, oh, oh, ficar totalmente maluca - esquecer que sou uma dama

Camisas masculinas - mini-saias

Oh, oh, oh, realmente ir à loucura - Sim, fazendo isso com estilo

Oh, oh, oh, Entrar na ação - sentir a atração

Colorir meu cabelo - fazer o que eu quiser

Oh, oh, oh, eu quero ser livre - sim, para me sentir como eu me sinto

Cara! Eu me sinto como uma mulher!


Ficar totalmente louca

Você pode sentir

Vamos, vamos, vamos, Amor

EU me sinto como uma mulher


PÁGINAS SOLTAS - BOM DIA ESPECIAL PARA O CEARÁ


by Didi Leite

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PÁGINAS SOLTAS - BOM DIA CONSTRUINDO O DIA


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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

POESIA NA MPB - QUEM ME LEVARÁ SOU EU - Dominguinhos e Manduca



Música: QUEM ME LEVARÁ SOU EU (fragmento)
Autores: Dominguinhos e Manduca
Gravação: Dominguinhos

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POESIA - A FLORZINHA DA RUA



A FLORZINHA DA RUA
Caminhando  pelas ruas
me pus a olhar as florzinhas
anônimas e os matinhos
que nascem aqui e ali.
Como o poder do verde é grande!
Entre a rua e calçada
quantas flores pequenininhas
vicejam de graça!
Quantas cores  azuis, amarelas, brancas e rosas...
E quantas graminhas
se infiltram  nas rachaduras das calçadas.
Só não vê quem não olha pro chão por onde caminha.
É vida colorida por todos lados.

Pura poesia no chão!

by Didi Leite

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